Triciclos audiovisuais projetam animações nas ruas do Rio de Janeiro

Todo brasileiro ligado em arte sabe que São Paulo é um polo de criatividade e inovação digno de aparecer nas melhores publicações dedicadas  ao assunto. Não é de surpreender, então, que um grupo de lá esteja ganhando as ruas do país, e também do mundo.  A dupla de artistas Ygor Marotta e Ceci Soloaga. do VJ Suave, são os responsáveis pelo Suaveciclos, esses triciclos audivisuais que são simplesmente demais. A grande sacada do projeto fica por conta do uso – os carrinhos são feitos para projetarem animações originais em praticamente qualquer superfície próxima.

O grupo de artistas carrega os triciclos com todo tipo de baterias, laptops, auto-falantes e projetores super poderosos, que são a chave para passear pela noite em meio à multidão, surpreendendo a todos com as suas animações que ganham vida no espaço urbano. Confiram mais no vídeo:

Utilizando os computadores a bordo, Marotta e Soloaga conseguem manipular os vídeos em tempo real,  adaptando as animações para diferentes ambientes a fim de criar momentos imprevisíveis que alinham o espaço, a audiência, e a arte.

Ao longo do último ano o grupo VJ Suave pedalou pela Rússia, Alemanha e Suíça, mas os planos são de levar a ideia para mais cidades ao redor do mundo. São Paulo é uma cidade rica em street art e manifestações urbanas, e as fotos não mentem. Pelas imagens, já dá pra ter uma boa ideia do quanto esse projeto é divertido:

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Via Colossal

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Supercats: 100 anos de gatos no cinema

Supercats é um supercut que mostra as inúmeras aparições de gatos no cinema – ou seja, a prova definitiva que a Academia está perdendo tempo, e já deveria ter criado um Oscar para Melhor Performance Felina em Papel Coadjuvante. Afinal, quem quer saber de humanos chatos fazendo caras e bocas em cena, quando se pode ter um gato com toda a sua finesse e experiência em atuações excêntricas?

Apresentando mais de um século de gatos na telona, o vídeo coloca as habilidades artísticas e teatrais desses peludos em plena exibição. Seja representando o melhor amigo da personagem principal (1961: Bonequinha de Luxo, 1974: Harry e Tonto), o parceiro de crime dos vilões (1967: Com 007 só se vive duas vezes; 1997: Austin Powers) , aliens (1978: The Cat from Outer Space) e até mesmo zumbis (1989: Cemitério Maldito), o fato é que os gatinhos do cinema sabem como despertar nossas emoções com seu jeito elegante e blasé de ser.

Por isso, nada mais justo do que uma categoria do Vimeo: Cats Pick, para eleger esse supercut divertidíssimo. Confiram aí embaixo algumas das cenas mais adoráveis – e também apavorantes – das performances felinas nos últimos 100 anos.

Se antes eu achava que os gatos iam dominar a Internet, agora já acho que ela será pouco – o desejo deles é dominar o tapete vermelho!

Via MentalFloss

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5 maravilhas da arquitetura que inspiraram filmes da Disney

A Disney e seus castelos podem ser bem divertidos, mas um parque de diversões não chega perto da experiência de conhecer o castelo que inspirou um desenho como A Bela Adormecida.

Sim, por incrível que pareça (ou não), até mesmo a Disney precisa de referências. Os profissionais de animação, com frequência, buscam em estruturas arquitetônicas da vida real a inspiração para castelos encantados, palácios e cidades que aparecem nos filmes que fizeram sucesso na nossa infância e continuam encantando as crianças de hoje.

Muitos desses locais se tornaram destinos populares, que hoje estão abertos para visitação e turismo, além de disponiveis para umas boas fotos. Para os maníacos pela Disney, é uma boa ideia planejar uma peregrinação por esses cenários:

1. O Palácio da Elsa em Frozen foi inspirado no Hotel de Glace.

Hotel de Glace é uma construção fantástica feita inteiramente de gelo, em Quebec, no Canadá. Cada ano ela é reconstruída, e foi utilizada como referência para o Palácio da Elsa em Frozen. O hotel fica aberto de Janeiro até Março (inverno no hemisfério norte) todos os anos. Quer mais? Na temporada de 2014, eles ofereceram uma suíte temática de Frozen, na qual os hóspedes podiam desfrutar de um dia na vida da realeza de Arendelle.

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2. O Palácio do Sultão em Alladin foi inspirado no Taj Mahal.

Essa aqui é bem óbvia, mas ainda assim vale a menção. Alladin foi ambientado na cidade fictícia de Agrabah, que ficaria em algum lugar próximo à Península Arábica. Apesar disso, o palácio foi uma interpretação bem livre do conhecido monumento ao amor, na Índia.

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3. O Castelo do Príncipe Eric, de A Pequena Sereia, foi inspirado na Ilha de Mont Saint-Michel.

Mont Saint-Michel é uma ilha que fica na Normandia, na França. com elementos aquáticos bem fortes – o que com certeza fazia sentido dentro do desenho. Além disso, o local também possui uma abadia, um monastério e uma vila próxima. Tudo bem bonitinho e muito parecido com a versão da Disney.

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4. O castelo da Rainha Má da Branca de Neve foi inspirado pelo Castelo de Segovia.

O Castelo de Segovia fica na Espanha, e foi a locação por trás do castelo da Malévola de Branca de Neve. Dá para visitar o ano todo, e é uma boa pedida para quem curte um turismo mais histórico/medieval.

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5. O castelo real em A Bela Adormecida foi inspirado pelo Castelo Neuschwanstein.

O castelo real da Bela Adormecida teve forte influência do castelo  Neuschwanstein, na Bavária, Alemanha. Dá para visitar o ano inteiro também.

Bônus para os nerds: achei IGUAL ao castelo de Hades em Cavaleiros do Zodíaco. Como sou curiosa, fui pesquisar e descobrir que de fato o anime japonês se inspirou no mesmo local que o famoso desenho da Disney. Demais, né?

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Via Mashable

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Vilões de James Bond amam dar risada em supercut

Hoje é Dia Mundial do Cinema e, para celebrar a data, resolvi unir a comemoração a uma brincadeirinha com um dos filmes que estreiam nessa quinta-feira: 007 contra Spectre. Em que pese aqui que eu nunca fui muito fã do James Bond (motivo: sempre vi esse retrato de macho-alfa do espião como uma representação super machista), devo confessar que assisti a todos os últimos filmes com o Daniel Craig. E não é porque o cara é bonitão não, é puramente porque achei a construção do personagem mais interessante – menos foco em gadgets e brinquedinhos ultratecnológicos, e mais atenção aos conflitos pessoais e emocionais do protagonista e dos coadjuvantes. Gosto do rumo que a franquia tomou nos últimos anos, e o mercado parece concordar comigo: o filme mais recente, 007 contra Skyfall, ultrapassou US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais.

007 Contra Spectre é o 24º filme da franquia e, muito provavelmente, a última aparição de Daniel Craig no papel. Além das cenas de ação, a escalação de vilões permanece impecável, dessa vez com o excelente Christoph Waltz assumindo o posto que Javier Bardém ocupou no último filme. Outro bom motivo é a francesa Léa Seydoux, que foi super elogiada em Azul é a Cor mais Quente.

Deixando o papo de lado, eu separei um supercut muito divertido reunindo todas as gargalhadas vilanescas dos bad guys que já se opuseram ao espião britânico mais charmoso das telonas.  Le Chiffre, Mr. Big, Jaws (esse cara é pavoroso), Goldfinger e muitos outros dãos as caras nesse vídeo, lembrando porque um bom confronto mocinho x bandido ainda leva muita gente aos cinemas:

 

Bond Villains Love to Laugh from Phil Whitehead on Vimeo.

Via One Perfect Shot

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Museu francês possui mais de 100 miniaturas de sets de filmagem

Em um prédio do século XVI na cidade de Lyon, na França, fica localizado o Museu de Miniatura e Cinema, um espaço de cinco andares que possui mais de 100 miniaturas de sets de filmagem. Essas micro cenas foram produzidas por miniaturistas famosos mundialmente. O trabalho é um primor na arte do Hiper-realismo, e mesmo os olhos mais treinados poderiam facilmente ser enganados por uma foto de qualquer um desses ambientes. Afinal, eles parecem mesmo feitos em tamanho real.

Os modelos artesanais (imagina a trabalheira!) possuem todas as minúsculas características que seriam encontradas na cena original, desde mofo em paredes descascadas até arranhões no mastro da cama. Os adereços de cada cena estão distribuídos com uma exatidão incrível. Exemplos: livros desgrenhados nas estantes e apoiados um contra o outro no ângulo perfeito, e até cadeiras Charles Eames em miniatura, capazes de confundir o próprio designer. Além da cenografia em si, o trabalho com a luz também merece destaque: as janelas acentuam ou difundem a iluminação para posicionar o set no exato momento do dia, localização geográfica ou até mesmo estação do ano desejada.

 

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“O sutil arranjo de luz, a meticulosa réplica de texturas antigas, o uso dos mesmos materiais originais, tudo contribui para a criação de uma poesia em movimento que ressoa com cada novo panorama em miniatura”, é o que afirma o site do museu. Muitas dessas imagens me fizeram pensar em uma casa de bonecas hiperultramasterblaster avançada – como aquela da abertura de Presença de Anita, lembram?

O Museu é  uma boa parada para quem está de viagem marcada e, se esse não for o caso, dá para ter uma boa ideia visitando o site.

Via Colossal

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Supercut: Áudio e Close-ups na trilogia De Volta para o Futuro

Impossível terminar essa semana sem falar sobre o assunto que dominou todas as timelines e notícias na quarta-feira: De Volta para o Futuro. Se, por algum acaso, algum de vocês estava em outra dimensão, eu explico: dia 21/10/2015 é o dia para o qual o Marty McFly viaja no filme. E é claro que várias marcas se engajaram na data, e as estrelas do filme chegaram até a fazer uma visitinha hilária no programa do Jimmy Kimmel.

Só que eu gosto de detalhes. E, dentro disso, encontrei esse supercut cujo foco são os sons e tomadas de close-up na trilogia De Volta para o Futuro. Se na maioria dos filmes eles já são bem importantes, é bem seguro afirmar que nessa franquia os detalhes dão um show à parte – os anacronismos, Easter eggs, referências históricas e mais outras brincadeirinhas. Tudo isso ainda é pouco para falar do enorme trabalho/desafio que o design de produção desses filmes enfrentarou em prol da tarefa de apresentar um passado, presente e futuro que fizessem sentido dentro da cultura da época, ao mesmo tempo em que exploravam cenários totalmente inesperados.

 

É bem verdade que não temos carros voadores ou hoverboards (na realidade, estamos quase lá nesse ítem, certo?) mas podemos contar com essa trilogia fantástica que, ao longo de 30 anos, continua divertindo muita gente. Com tudo isso, dá para esperar um pouquinho até alcançarmos o “futuro” que os caras imaginaram, né?

Via One Perfect Shot

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