Camiseta Mocinhas do Ballet

A loja online do Eu Bailarina tem várias roupas e acessórios exclusivos muito bonitinhos para quem faz ballet adulto. Minha paixão é essa camiseta super criativa com uma lista de mocinhas de alguns ballets de repertório bem conhecidos. Odette (Lago dos Cisnes), Giselle (Giselle), Nikiya (La Bayadère, vulgo meu favorito) e Julieta (Romeu e Julieta).

Já vi várias camisetas nesse estilo (inclusive tem uma com as irmãs Kardashian), mas essa é a primeira versão ballet que eu encontro. Dá para comprar online, e o prazo de postagem é de sete dias úteis.

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Misty Copeland recria as cenas retratadas nos quadros de Edgar Degas

Misty Copeland, a primeira mulher negra a ser nomeada bailarina principal do American Ballet Theatre, já participou de várias ações que inspiram e empoderam mulheres no mundo todo, entre elas uma campanha super legal da Under Armour. Dessa vez, a artista participou de um ensaio para a Harper’s Bazaar, no qual recria algumas das pinturas mais famosas de Edgar Degas – conhecido por explorar o universo da dança e retratar bailarinas em vários de seus quadros.

Degas foi além da imagem idealizada das criaturas delicadas no palco, escolhendo reproduzir o trabalho, força e treino envolvidos nos bastidores da arte do ballet. O pintor se especializou nessa área, e ficou famoso por representar a dura realidade escondida atrás da performance etérea do palco. Essa abordagem é familiar para Copeland e muitos bailarinos, que conhecem de perto as horas envolvidas em um ensaio até atingir a perfeição. Na dança, determinação é o que define quem avança e quem desiste.

Para a bailarina, a parte mais difícil do ensaio foi aparentar naturalidade: “Recriar o que o Degas fez foi muito difícil. Foi incrível notar todos os detalhes da imagem, ao mesmo tempo em que o resultado dá a impressão de que há movimento. É o que eu acredito ser tão bonito e difícil também na dança. Você precisa atingir a perfeição, mas também quer que as pessoas tenham a ilusão de que suas linhas nunca terminam e que você está sempre em movimento. ”

Confiram o resultado nas fotos. Cada detalhe reproduzindo exatamente a pintura, até em posições de pés, mãos e olhar. Fantástico.

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O ensaio faz parte de uma exibição do New York’s Museum of Modern Art, chamada Edgar Degas: A Strange New BeautyA exposição abre no dia 26 de março e vai até 24 de junho, explorando todo o trabalho de pinturas e desenhos do artista.

Via My Modern Metropolis

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Bailarino que também é fotógrafo registra autorretratos flutuando pelo ar

Mickael Jou é um fotógrafo e bailarino que reside em Berlim, mas cuja nacionalidade é o resultado de uma bela mistura entre Taiwan, França e Estados Unidos. Em seu projeto, “365 photos”, ele une as duas paixões de sua vida em uma série de retratos urbanos que mostram o dançarino exercitando sua flexibilidade pelas ruas da capital alemã.  A diferença entre o fotógrafo e outros profissionais que atuam na área da dança está na produção: Mickael faz tudo sozinho.

Os cliques são basicamente autorretratos, executados pelo prórpio Jou em cafés, supermercados, sótãos ou em qualquer outro ambiente que tenha espaço suficiente para uma acrobacia. O artista é formado em ballet clássico e dança moderna, e já se valeu da arte para entreter turistas pelas ruas de Paris. Muitos desse filmavam ou fotogravam os seus movimentos, o que o inspirou a comprar uma câmera e aprender a fotografar por conta própria, usando os autorretratos para expressar suas emoções enquanto dança.

Embora o projeto se chame 365 photos, Mickael não captura necessariamente uma imagem por dia. Na realidade, já faz três anos que ele trabalha na série, e espera levar no mínimo mais outros três para terminar. O bailarino de 30 anos afirma que as fotos podem demorar de alguns minutos até horas. Mas, basicamente, o processo é escolher a locação, ajustar o tripé e pressionar o controle remoto. Simples assim.

Enquanto continua sua jornada, ele arquiva todas as fotos no seu site. para que mesmo os fãs que não moram em Berlim possam desfrutar da sua arte.

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Via Huffington Post

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Alexander Yakovlev retrata bailarinos em cliques fantásticos

Nesse feriado preguiçoso, aproveitei para atualizar as referências e procurar conteúdo novo para o blog. Foi aí que esbarrei no trabalho do fotógrafo Alexander Yakovlev,especialista em retratos de bailarinos. Existem muitos projetos legais que unem dança e fotografia, como o Ballerina Project, um dos meus favoritos. mas o interessante nos projetos de Alexander é que ele consegue misturar vários estilos de dança.

Clássico, contemporâneo, jazz e hip-hop são retratados com maestria em imagens de estúdio, coloridas ou preto e branco. Alguns cliques são focados no solo, enquanto outros congelam saltos em frames fantásticos. As linhas bem trabalhadas – essenciais quando se fala em fotografia de dança – também estão presentes, valendo-se do pó e dos cabelos longos das bailarinas. O destaque fica para as imagens de hip-hop, que conseguem transmitir a energia desse estilo por meio dos tons vibrantes do figurino padrão.

Mas melhor do que a minha avaliação são as fotos por si mesmas. Confiram:

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Via 500px

 

 

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7 vídeos para celebrar o Dia Internacional da Dança

“Dançar é escrever um poema que se faz com o corpo e que se lê com a alma”.

Muito antes de ser considerada um esporte, a dança é uma arte. Isso porque ela não precisa dos apitos e nem da competição para existir – seu significado já é completo em si mesmo. Para marcar a data aqui no blog, eu selecionei 7 vídeos para celebrar o Dia Internacional da Dança e a influência dessa arte na cultura pop.

1. The Red Shoes (Os Sapatinhos Vermelhos)

O mais antigo da lista é um musical britânico de 1948, inspirado no conto de fadas de Hans Christian Andersen. Moira Shearer é Victoria, uma bailarina dividida entre a carreira e o amor verdadeiro. O filme venceu dois Oscars e desde então é uma referência no mundo da moda, principalmente pelas icônicas sapatilhas vermelhas da protagonista:

Para quem gosta de séries, no final da segunda temporada de Dance Academy a Tara dança esse solo. É absurdamente demais.

2. Dirty Dancing

Nobody puts Baby in the corner – dispensa apresentações. Esse filme continua sendo uma das referências mais fortes quando se fala em dança no cinema. Quem não queria treinar uns saltos com o Patrick Swayze?

3. Under Armour – I Will What I Want

Saindo um pouco do cinema e entrando na publicidade, temos a campanha da Under Armour com a participação da Misty Copeland, solista no American Ballet Theather (e de quebra, a primeira mulher negra a ocupar essa posição na história).

Além de romper todos esses paradigmas, a história de Misty começa de um ponto diferenciado: a menina levou vários nãos por supostamente não ter o corpo adequado para o ballet – musculosa, peituda, começou a dançar tarde, etc. E nada disso impediu que ela se transformasse em uma excelente profissional.

4. Moulin Rouge – El Tango de Roxanne

Injusto falar especificamente dessa cena sem citar o filme inteiro. Moulin Rouge trouxe de volta a categoria dos musicais ao rol de filmes bem-sucedidos – tanto em relação ao público quanto à critica. A direção de arte, a fotografia, a trilha sonora.. para mim, tudo se encaixa perfeitamente no clima intenso do filme.

A cena que eu escolhi se vale da emoção do Tango para expressar um dos sentimentos mais irracionais dos apaixonados: o ciúme.

5. Dança Comigo

Richard Gere é um tiozão deprimido, e todos os dias na volta do trabalho passa por uma escola de dança que desperta sua curiosidade. Encantado com a professora que ele vê da janela do trem (apenas a Jennifer Lopez), ele resolve se matricular. Aprendendo a dança de salão ele se reencontra como pessoa. Fiquem com esse pequeno ensaio:

6. Take me to church – Hozier

O primeiro videoclipe musical da lista é bem recente e fez muito sucesso nos últimos meses. Um exemplo perfeito para quem ainda duvida da capacidade dos bailarinos homens. Impossível alguém não sentir toda a emoção que a dança acrescenta a essa música.

7. Thinking out Loud – Ed Sheeran

Meu favorito da lista! Perdi as contas de quantas vezes assisti a esse clipe desejando ser a bailarina do ruivinho fofo. Detalhe: ele não sabe dançar, e mesmo assim insistiu em aprender a coreografia e fazer tudo sozinho. Como não amar? É romântico sem ser brega, em grande parte devido à performance da moça, que consegue ser delicada como o clipe pede, mas também sensual.

Bônus: Pulp Fiction

Uma Thurman e John Travolta arrasando no concurso de dança (modo freestyle) não poderia ficar fora da lista, né?

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Professora fotografa poses de yoga em meio a street art

A instrutora de yoga Soren Buchanan, de Chicago, poderia ser mais uma musa fitness do Instagram, postando fotos de poses mirabolantes e dignas de uma contorcionista de circo. Não me entendam mal, existem várias contas legais assim. Mas a dela é ainda mais criativa: a professora fotografa poses de yoga em meio a street art. Paredes, muros, prédios, fundos grafitados, enfim. Tudo é cenário para que as linhas do corpo se misturem às linhas da ilustração, compondo fotos muito criativas.

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professora fotografa poses de yoga

A inspiração? Soren é filha de um professor de arte e de uma artista plástica. A moça cresceu em meio à ilustração, mas foi só na faculdade que começou a se interessar por street art. Fotografando as composições, ela teve a ideia de utilizá-las como fundo para a prática de Yoga. Um ponto interessante é que a instrutora sempre compartilha o autor das obras, pois espera trazer reconhecimento e colaboração para o trabalho dos artistas parceiros.  Eu já estou seguindo ela, e vocês?

Via Fubiz

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