Cineasta transforma van em um estúdio móvel para trabalhar de qualquer lugar

Muitas pessoas dificilmente investiriam em uma van caindo aos pedaços, mas o cineasta Zach Both viu ali uma grande oportunidade para exercitar a criatividade. Ao longo de um ano inteiro, ele transformou um modelo de Chevy em um estúdio móvel, que oferece liberdade suficiente para viver e trabalhar em qualquer lugar dos Estados Unidos. Detalhe: Zach não tem quase nenhum conhecimento em carpintaria ou mecânica.

Depois de comprar a van em um anúncio do Craigslist, Both e seu pai aspiraram e limparam todas as superfícies, o que incluiu a remoção de ferrugem do piso e das laterais. O interior foi pintado e envelopado, e depois recebeu uma aplicação customizada de madeira no interior. Além disso, dupla cortou um buraco no teto para adicionar uma camada extra de luz, e também melhorar o fluxo do ar.

 

O interior foi completamente renovado, e agora é elegante e contemporâneo. Both se inspirou na arquitetura moderna e acrescentou madeira recuperada como um elemento decorativo no teto, nas paredes e nos pequenos armários de cozinha construídos dentro do espaço.

A pequena casa ainda tem uma cama de futon, pia, refrigerador e um fogão. E claro,  todas as conveniências modernas estão à disposição do artista: sinal de Wi-Fi móvel e um sistema de home theater. Toda a eletricidade é provida via gerador solar! Demais, não é?

 

 

O legal é que depois de completar a van, Zach lançou um site para ajudar outras pessoas a fazerem o mesmo. O nome é The Vanual, e a página apresenta um passo a passo super detalhado para  converter veículos de carga em casas móveis.  O site também é um guia de estilo de vida, que oferece dicas e truques para quem deseja viver na estrada e aprender a trabalhar como um nômade digital.

 

Algumas fotos dos bastidores da van ao longo da transformação incrível:

 

O cineasta afirma: “Com essa van tenho liberdade completa para escrever um roteiro cercado pelas montanhas, dirigir uma tomada em um deserto super remoto e também colaborar com um editor em Los Angeles. Tudo no mesmo mês. Isso seria impossível de outra forma”.

Zach Both: Website | Instagram

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Cortinas florais feitas à mão

Alguém acredita se eu disser que essa cortina linda das imagens é um projeto totalmente faça você mesmo? Melhor ainda: feito a partir da reciclagem e reutilização do material? A blogueira do Design Love Fest utilizou as flores de uma Árvore de Natal customizada para construir a peça, garantindo a utilização durante o ano todo.

O resultado poderia muito bem ser vendido por uma grana em alguma loja famosa de decoração:

 

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Photo by Ivan Solis

“Esse projeto foi surpreendentemente fácil. Tivemos que customizar nossas cortinas devido ao tamanho diferente das janelas, mas a maioria das versões que você encontra nas lojas é ideal para os espaços residenciais. De posse da cortina e das flores de plástico, tudo que você precisa é de tesoura e uma cola de qualidade.”

 

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Photo by Ivan Solis

“ A chave do projeto é tentar fazer o lado de trás das flores o mais liso possível, para que elas possam ter aderência à cortina. Utilize a tesoura para aplainar a haste, garantindo que haja espaço para o plástico. O segredo é a cola, e uma boa dica é prender as flores maiores primeiro e depois acrescentar as menores, para criar uma ideia de flores caindo em pilha na base da cortina”.

 

Photo by Ivan Solis

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Photo by Ivan Solis

Bem bonito, não é mesmo?

 

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Photo by Ivan Solis

As cortinas parecem uma obra de arte!

 

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Photo by Ivan Solis

Confesso que eu não tenho lá muito talento para esses projetos manuais, mas muitos de vocês devem se interessar por essas aventuras. Se resolverem testar, mandem as fotos! Vou adorar conferir o resultado.

Via Design You Trust

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O brinquedo da empatia

The Empathy Toy (em tradução livre, o brinquedo da empatia) é um jogo feito de olhos vendados, no qual só é possível vencer quando os jogadores aprendem a entender um ao outro. A empresa responsável pela ideia é a Twenty One Toys, que oferece workshops de desenvolvimento pessoal, como “Introdução à Empatia no Seu time”.

O jogo funciona da seguinte forma:

  • O guia (vendado) recebe as peças do quebra-cabeça que foram montadas em um determinado padrão.
  • O construtor – que também é vendado – deve recriar o padrão seguindo as instruções do guia. As vendas só podem ser retiradas quando os dois acreditarem ter concluído o desafio.
  • O observador não é vendado, mas não deve falar até que os dois outros participantes tenham terminado a tarefa. Nesse momento, todos os jogadores discutem o progresso do jogo.

O desafio? Usar as próprias palavras, estabelecer uma linguagem comum e resolver um problema cuja chave está em entender a perspectiva do outro.

Parece fácil, mas na prática é um grande desafio

 

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O jogo é super democrático: dá para brincar com crianças, adolescentes e adultos, seja no escritório, em grupo ou até mesmo por Skype.


empatia-canhotices

 

A ideia surgiu do projeto de uma estudante cujo objetivo era projetar uma estrutura de navegação para pessoas cegas. A partir daí, perguntas como “onde estou”, “para onde vou”, etc levaram-na a construir uma maneira de dialogar e auxiliar o outro sem o auxílio da visão. A história toda vocês conferem nesse Ted Talk:

 

Tem muita gente por aí precisando praticar essa brincadeira, não é?

Via Swissmiss

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Ação projeta casais em momentos românticos nas ruas de Paris

Muitas pessoas têm problemas com demonstrações públicas de afeto, mas o artista francês Julien NONNON não parece ser um deles. Ele resolveu expor o que o amor tem de melhor, apresentando interações entre casais parisienses no seu mural projetado #le baiser.

Utilizando tecnologia proprietária que o permite projetar em qualquer fachada, o artista publicou os abraços e carinhos de diversos casais em edifícios ao redor da cidade. O resultado é pra lá de romântico, como vocês podem ver nas imagens.

Muito amor, né?

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#le_baiser foi inspirada no trabalho do poeta francês Alfred de Musset, que escreveu: “A única linguagem verdadeira no mundo é um beijo” (óun!). NONNON iluminou os edifícios na noite de 1º de outubro, como parte do festival de artes norturnas La Nuit Blanche. Mais de 100 parisienses se ofereceram como voluntários para darem um beijo em frente às câmeras – os casais selecionados foram escolhidos por casting.

Tem até um videozinho de brinde para quem curtiu a ação:

 

NONNON espera repetir a ação em outras cidades ao redor do mundo. Se você é fã de demonstrações de afeto – mas fã de verdade! – eu diria que essa é uma boa hora para ir praticando 😉

Mais informações em Julien NONNON e no thecreatorsproject

Via Design You Trust

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Grupo de artistas revela mural celebrando 250 anos de história literária

A Graphic History Company – uma empresa que desenvolve soluções de design pensando na história das marcas – revelou recentemente o Author Mural, uma peça feita para celebrar os 250 anos de história literária no Carmelite House, um prédio famoso de Londres, ao norte do rio Tâmisa.

O mural apresenta os nomes dos autores mais famosos publicados pela Hachette UK, desde a fundação da mais antiga publicadora do grupo, John Murray, em 1768, até os dias atuais. Os nomes incluem Charles Darwin, Jane Austen, Bram Stoker, Nabokov, Nelson Mandela, JK Rowling e Malala Yousafzai. Além disso, também estão inclusos autores que receberam o prêmio Nobel, e vários momentos da história da empresa, como o incêndio que levou as memórias de Lord Byron em 1824.

 

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O trabalho é o resultado de uma extensa pesquisa executada pela Graphic History Company em parceria com a British Library, o que resultou em uma base de dados com mais de 55 mil autores publicados coletivamente pelas empresas da Hachette ao longo de sua história. O mural apresenta os nomes de aproximadamente 4 mil autores, e vai crescer conforme os nomes de novos escritores forem acrescentados no futuro.

O nome de cada autor foi escrito à mão pela ilustradora Kate Forrester, em um design ondulado que faz referência ao Rio Tâmisa, onde fica um dos escritórios do grupo Hachette. O mural percorre o átrio, escadaria e corredores do escritório, ocupando 6 andares e 450 metros quadrados de espaço na parede.

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Emma Pike, fundadora da Graphic History Company, afirmou: “Foi um privilégio enorme navegar na incrível história da Hachette e dos seus autores – e igualmente, criar uma história visual de escala tão grande quanto a de um edifício”

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Achei super interessante a proposta dessa empresa, de traduzir em elementos visuais e história dos clientes. O projeto fica muito personalizado e ganha um valor sentimental, né? Para quem também curtiu, recomendo obter mais informações nos sites The Graphic History Company e Hachette.
 
Via Design You Trust

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Designer japonês cria lápis em formato de flor de cerejeira

Preparem os corações, porque as fanáticas por lápis e acessórios de papelaria vão se emocionar!

O designer japonês Hiroaki Doi criou para o concurso de design Sun-Star, no ano de 2015, uma peça única – um lápis em formato de flor de cerejeira. Ao que parece, criar um lápis em qualquer estilo fora do convencional é bem difícil. Nesse caso, o designer não só conseguiu moldar a forma, mas também afetar o uso do apontador. A melhor parte – especialmente se você for daqueles que tem pena de usar e gastar o presente – é que quando a gente aponta esse lápis, as cascas saem em formato de pétalas. Muito fofo, não é?

O preço não é lá dos mais caros: dá para comprar direto no Sun-Star website por quatro dólares. O problema é que o site está todo em japonês. Alguém se arrisca na tradução?

Confiram algumas imagens aí embaixo:

Um monte de florzinhas empilhadas

 

 

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