Fotos deslumbrantes imitam quadros de Monet na vida real

Hidenobu Suzuki é um fotógrafo japonês com um talento especial para encontrar e registrar a magia dentro da natureza. De acordo com Suzuki, a fotografia é a maneira perfeita de capturar sentimentos e emoções em uma imagem visual. “A arte lida com as emoções, cura as pessoas e leva a sociedade à harmonia”, afirma o fotógrafo. Ele tomou como desafio pessoal capturar as emoções e sentimentos com a sua própria câmera.

Na série aí embaixo, Suzuki fotografou um lago que parece exatamente com uma pintura de Monet. Localizado no meio das montanhas da Província de Gifu, no Japão, o riacho parece que saiu direto de um conto de fadas – uma profusão de cores e um detalhado jogo de luz e sombra. Confiram as imagens:

Segundo Suzuki, o lugar é mesmo mágico. “Água azul brilhante, peixes coloridos e plantas. Enquanto registrava as fotos, eu pensava nos quadros de Monet, porque as similaridades são inegáveis. Espero que as pessoas apreciem os milagres da bela natureza do Japão”. Não dá para negar que, quando se trata de belas paisagens, o Japão é um prato cheio para qualquer fotógrafo – até mesmo os amadores do celular.

Para quem quer encontrar mais fotos como essa, recomendo dar uma olhada no Instagram do fotógrafo.

Incrível, né?

Via So Bad So Good

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O apagar das luzes: ensaio fantástico utiliza um vestido com 300 lâmpadas incandescentes

O fotógrafo Esteban Brocos produziu um ensaio cheio de luz (trocadilho esperto!) com uma modelo em um vestido nada convencional, feito de 300 lâmpadas e mais de 2,020 watts de energia. Esteban viajou pelo Panamá para capturar as fotos deslumbrantes que vocês conferem nesse artigo.

As imagens, em meio à floresta, ganharam um ar mágico-fantástico

 

 

“Você já se perguntou quem vai ser a última pessoa nesse planeta, aquela que vai ir embora e apagar todas as luzes?” Esse é o questionamento que Esteban propõe em uma jornada ao redor de lugares reais, nos quais problemas com escassez de recursos já se tornaram realidade. Um vestido de luz nos lembra que estamos devagarinho gastando toda a nossa energia.

 

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Artista reinterpreta bandeiras de vários países utilizando imagens de satélite

O tema fundamental do projeto All the Colors of the World, do artista Max Serradifalco é a unidade. O fotógrafo italiano viaja pelo mundo coletando imagens de satélite, para depois transformá-las em bandeiras de vários países do mundo. As topografias naturais de paisagens inusitadas aparecem diante do olhar curioso, que procura descobrir o que está por trás das cores tradicionais das bandeiras.

Uma bandeira é um símbolo muito importante para diversas pessoas, pois carrega inúmeras crenças culturais e tradições de um povo. Apesar disso, é curioso pensar que esses diferentes brasões podem ser exatamente o que acabam separando as pessoas no mundo. O projeto do Serradifalco questiona exatamente essas distinções. com imagens como a bandeira da Bélgica sobreposta a imagens da Islândia, Síria e Austrália. Ou ainda: o vermelho, branco e azul dos Estados Unidos redesenhado por meio de topografias de países como Bolívia e Chade, além do Mar Mediterrâneo.

 

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Bandeira da Suíça— Imagens da Austrália e Antártida em 2016

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Bandeira da Finlândia — Imagens da Groenlândia e Oceania em 2016 

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Bandeira da França — Imagens do Oceano Pacífico, Cazaquistão e Quênia, em 2016

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Bandeira da Itália — Imagens do Catar, Antártida e Namíbia em 2016 

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Bandeira do Brasil — Imagens da Indonésia, Arábia Saudita, Oceania e Groenlândia em 2016

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Bandeira dos Estados Unidos — Imagens da Bolívia, Chade e Mar Mediterrâneo em  2016

O projeto do fotógrafo italiano nos leva a imaginar um mundo no qual as pessoas pertencem ao mesmo planeta, sem levar em consideração o país em que nasceram. Um mundo no qual todos os irmãos compartilham a diversidade, alegria, cor e energia da vida.

Via My Modern Metropolis

 

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Fotógrafa de 16 anos faz autorretratos utilizando frutas como inspiração

Com apenas dois anos e meio de experiência, a fotógrafa espanhola Cristina Otero (que, pasmem, tem só 16 anos) está fazendo muito sucesso com uma série de autorretratos em close-up. Utilizando frutas como inspiração para o projeto chamado Tutti Frutti, Otero vai contra as noções convencionais de beleza na fotografia feminina, interagindo com diferentes frutas em uma performance super criativa e voltada para a própria câmera.

Impossível não reparar nos olhos grandões e brilhantes da artista, que contrastam com as cores vivas e ousadas da maquiagem e atraem o olhar imediatamente. Essas mesmas cores conversam com cada uma das frutas em uma composição pra lá de interessante. Dá só uma olhada e tente encontrar a sua fruta favorita (a minha é romã, e não foi à toa que eu escolhi como foto principal do post hehehe).

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Já vi ensaios temáticos parecidos  – inclusive conheço uma página que faz ensaios sensuais tomando frutas como tema –  mas nada chega perto  desse trabalho. A maneira como a maquiagem e a composição de cores é toda pensada na fruta faz todo o sentido, ainda mais quando se trata de retratos em close-up.

Durante uma entrevista, a jovem fotógrafa afirmou amar retratos do rosto humano, uma vez que “eles são um dicionário de emoções e ideias, tudo o que você busca em uma pessoa está lá, escrito na sua face”. Utilizando seu próprio rosto como tela, Otero cria fotos lindas que definitivamente encantam. Os autorretratos são cheios de personalidade, como era o intuito da artista desde o início.

Via My Modern Metropolis

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Fotógrafo registra romance nas ruas de Paris e Montreal no projeto Street Love

Interrompendo as férias para falar de amor (sendo piegas, ok?). Mas é Valentine’s Day, e eu não poderia deixar essa data passar em branco aqui no blog. Por isso escolhi um projeto lindo que, por meio da fotografia, captura as cenas românticas do dia a dia.

O fotógrafo de rua Mikael Theimer mergulhou no mundo das pequenas demonstrações de afeto para registrar pombinhos de todo o mundo flagrados no ato. Clicados nas ruas de Paris e Montreal, esses momentos super espontâneos são parte de um projeto contínuo chamado Street Love. Não preciso nem dizer que eles inspiram o lado romântico de qualquer pessoa, né?

A história do Mikael com a fotografia é bem curiosa: ele criou uma página de street photography inspirada no Humans of New York, em parceria com alguns amigos. A ideia ganhou mídia e viralizou, o que fez com que Theimer investisse na fotografia como carreira.

As imagens em PB focam em pessoas que ele encontra pelas ruas. Seus retratos exploram a habilidade de conectar a audiência com pessoas ao redor do mundo, pelo simples compartilhamento de emoção genuína e afeto. Pequenos segundos registrados nas imagens, reproduzindo sentimentos comuns a todos nós. Em entrevista ao Huffington Post, ele afirma: “Eu simplesmente gosto de ver as pessoas apaixonadas, acho isso lindo e puro. Por um momento, nada ao redor importa. Eu gosto de focar o lado bom das pessoas. Quanto mais você vê isso, mais deseja fazer parte”.

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Aqui no Brasil, existe um projeto colaborativo no Instagram com uma ideia bem parecida: é o Amores Anônimos. Ali são publicadas várias imagens românticas registradas pelos colaboradores que usam a hashtag. Eu já achava mega inspirador, e hoje descobri que é de autoria da Dani Arrais, do Don’t Touch my Moleskine. Só coisa boa 🙂

Via My Modern Metropolis

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Designer cria tapeçaria temporária com papéis de carta

O designer holandês Thomas Voorn comprou uma seção inteira de papéis de carta de uma papelaria local que fechou as portas. Tudo isso serviu de inspiração para o seu projeto de Tapeçaria Temporária. Ele fotografou os papéis e os transformou em padrões dinâmicos que permitem que você crie seu próprio papel de parede para decorar a casa. O charme é que não se trata de uma construção comum – a obra do designer é feita de folhas únicas que, quando combinadas, se transformam em uma foto/padrão gráfico.

Cada parte do padrão super colorido é uma imagem do papel de carta, que foi atirado de forma totalmente randômica e displicente e, então fotografado. No fundo a tapeçaria é um conjunto de fotos de papel impresso em papel (inception mandou lembranças).

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Dá para usar como tapeçaria, pendurar como se fossem pôsteres, colar como papel de parede, enfim – os usos são tantos quantos a criatividade permitir. Ao todo, são nove estilos diferentes de padronagens para escolher, que estão à venda por aqui. Como eu sei que tá meio difícil pagar 62 euros por um papel de parede, aí vai uma dica: que tal seguir a ideia do designer, e montar um projeto próprio? Selecione alguns papeis de carta interessantes, faça uma boa mistureba e comece a fotografar e brincar em um programa de edição de imagens. A diversão é garantida, e o resultado pode surpreender.

Via Design Milk

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