Patrick Commecy e as fachadas hiper-realistas

O street artist francês Patrick Commecy reuniu um grupo de muralistas para transformar fachadas sem graça em desenhos lindos e cheios de vida. As ações foram criadas em cidades francesas – grandes e pequenas – e os desenhos seguem a linha do hiper-realismo: é preciso olhar bem de perto para ver que as imagens não são reais. Um detalhe que eu achei legal é que eles costumam inserir nas janelas e sacadas desenhos de pessoas famosas que já viveram ou ainda vivem por ali.

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Adoro esse tipo de trabalho – sei que existem vários em São Paulo, e aqui em Porto Alegre temos alguns no Túnel da Conceição e outro na fachada de um prédio da Assis Brasil, que eu passo todo dia quando vou para o trabalho. Se eu conseguir fotos posto aqui.  Para mim, é uma maneira de quebrar a dureza das cidades grandes e aquela paisagem (olha a expressão clichê) selva de pedra. É tão bom ver um colorido no meio daquele cinza do dia-a-dia, né?

A dica desse post veio do Weezbo.

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Amor nosso de cada dia

Então, eu ainda não tenho uma ideia 100% precisa da ~linha editorial~ desse blog. Só sei que vou compartilhar as coisas que eu curto e me cativam de alguma forma. E, dando uma olhada no Behance, a primeira delas foi o trabalho do ilustrador Simone Massoni (que no início eu achei que era mulher, graças a esse nome).

O projeto que me chamou atenção foi o “The Love Issue”  para a New Yorker Magazine. São ilustrações no estilo spot – elas não fazem parte de uma única matéria, foram espalhadas aleatoriamente pela revista. E tem aquele tema que faz vibrar nossos coraçõezinhos: o amor. Algumas retratam o amor não correspondido, outras aquele momento em que o casal se vê pela primeira vez e tãdããn e uma em especial foi feita para mim: a bobona que ouve música e chega a sonhar com coraçõezinhos quando está apaixonada. Olha só:

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Fofo, né? Um detalhe que eu esqueci de mencionar: todas são em preto, branco e alguns detalhes em vermelho. Eu já tenho uma queda por estilo minimalista e, somando isso a um traço delicado, gamei na hora. Além disso, o trabalho dele me lembrou as imagens da Clarissa Motta Nunes, outra ilustradora que tem um traço todo docinho. Mais algumas imagens:

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Quem nunca  se sentiu como o clone de Dick Vigarista ali em cima, fugindo desesperado do amor depois de tomar um pé na bunda daqueles? Eu já, com certeza. E me sinto mais ou menos assim todo domingo na hora do Fantástico, não importa quantos corações caiam em cima de mim.

Quem quiser conferir mais imagens, pode acessar direto no Behance do Simone (e dar um like no projeto, caso tenha uma conta por lá).

 

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