Camiseta Mocinhas do Ballet

A loja online do Eu Bailarina tem várias roupas e acessórios exclusivos muito bonitinhos para quem faz ballet adulto. Minha paixão é essa camiseta super criativa com uma lista de mocinhas de alguns ballets de repertório bem conhecidos. Odette (Lago dos Cisnes), Giselle (Giselle), Nikiya (La Bayadère, vulgo meu favorito) e Julieta (Romeu e Julieta).

Já vi várias camisetas nesse estilo (inclusive tem uma com as irmãs Kardashian), mas essa é a primeira versão ballet que eu encontro. Dá para comprar online, e o prazo de postagem é de sete dias úteis.

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Varal de Ideias 10

Como já dizia Marina Lima:

Vem chegando o verão

O calor no coração

Essa magia colorida

São coisas da vida…

E se você não está no sul do Brasil como eu, deve estar aproveitando o horário de verão e o calor da Primavera no ar (porque nós, aqui, só ganhamos um solzinho tímido e introvertido…). Pensando nisso, coletei alguns pins bacanas para a moda verão 2016 😉 Vamos conferir?

 

Biquíni:

top-croped

O queridinho da SPFW para o Verão 2017 é o top croped regata com bottom de cintura alta. Super democrático, só atrapalha mesmo quem quiser as famosas “marquinhas de verão”, mas para esse grupo, os demais modelos clássicos continuam em alta 😉

 

E tem plus size, sim senhor!

top-plus

Essa história de que “gorda não pode mostrar barriga” é coisa do passado, meu bem! A modelo da foto não está tãão plus assim, mas com toda certeza está bem mais próxima da realidade feminina do que as meninas das pistas de desfile. Pode usar biquíni largo, pode usar ele fino, pode usar maiô e pode até não usar nada (em uma praia de nudismo ou no conforto da piscina do seu quintal). O que vale é se divertir!

 

E crochet, pode?

crochet

A imagem é auto-explicativa, né? 😛

 

E os pézinhos?

espadrille

Espadrilles neles! Rasteira ou anabela, a opção é sua! Eu vou mesmo é com os dois!

 

E os acessórios?

gargantilha

Aposte nas gargantilhas! Metal, couro, plástico… Várias camadas! Pode tudo!

 

E você, já está preparada para o Verão? 😉

 

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Meia calça tingida em estilo ombré é tudo que você precisa para os dias frios

O outono está chegando no hemisfério norte e, com a iminente entrada do inverno, os designers americanos já estão se preparando para enfrentar o frio com muito estilo. É é claro que boas ideias não faltam nessa hora. Não é sempre que eu falo de moda por aqui, mas algumas novidades a gente não pode deixar passar!

Querem mais estilo do que essas meia-calças tingidas à mão em estilo ombré? A tendência saiu dos salões de beleza direto para arrasar no guardarroupa, como dá para ver nas imagens. A obra é da Tiffany Ju, uma designer de Seattle que ama brincar com as cores. São muitas variedades de meias para escolher – tudo depende do seu humor – e um ponto todas têm em comum: vão te fazer aparecer no meio da multidão, enquanto a maioria das pessoas usa as tradicionais roupas escuras que dominam o inverno.

Sem mais delongas, confiram as meias e divirtam-se:

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O efeito ombré fica simplesmente perfeito!

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Todas as misturas ganharam nomes especiais, e são tão lindas que fica difícil escolher!

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Quem se interessou pode descobrir mais na lojinha do Etsy da Tiffany. Confesso que o que eu realmente fiquei com vontade foi descobrir a técnica para fazer aqui em casa. Alguém se arrisca?

Para saber mais, acessem Etsy e boredpanda

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Espaço de Coworking focado na moda encoraja a sustentabilidade

No que diz respeito à moda, mais e mais consumidores estão dando importância à sustentabilidade dos produtos e o impacto da sua respectiva produção. Enquanto a atenção continua a mudar para a forma como as roupas são feitas – seja do processo até as condições de trabalho – as pessoas estão explorando novas possibilidades a fim de criar um fluxo de trabalho mais saudável e conectado com o ambiente.

Uma dessas alternativas é o  Templo.  Trata-se de um espaço de coworking que decidiu se especializar na indústria da moda, criando um armazém focado nos bastidores de criação e produção.

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A Malha fica dentro do Templo, e absorve a ideia do trabalho justo que combina com o espírito de criatividade conjunta do coworking. O espaço foi feito para criar e preservar um ecossistema fashion, que conecta membros dos mais diversos backgrounds. Também encoraja o trabalho de artesãos independentes e locais, pela troca, espaço e apoio.

“Para isso, providenciamos os meios de produção e encorajamos a troca e criação do conhecimento. Somos ao mesmo tempo um espaço de coworking, co-costura, uma comunidade, uma escola e um laboratório experimental.”

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Os interessados podem se cadastrar para diversos níveis de participação, seja de uma mesa temporária ou fixa. Outros benefícios incluem armazenamento e acesso ao Fashion Lab, junto com o espaço de costura conjunta. O Knitting Club também permite que os membros façam parte de uma rede estendida, que provê eventos especiais e promoções.

Colocando o foco na produção de roupas locais e responsáveis, o espaço pode conseguir muitas oportunidade de colaboração, assim como se transformar em uma incubadora de novas práticas. E quer saber da parte mais legal? Tudo isso fica aqui no Brasil, no Rio de Janeiro 🙂

Via PSFK

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Startup se especializa em revender retalhos da indústria da moda para criativos

Manufatura na China – um dos países que mais trabalha para a indústria da moda –  significa uma queda significativa nos custos de produção. É sempre melhor para os negócios produzir em grande escala, e diminuir o valor do produto final.  O outro lado da moeda, que tem levantado muitos debates, é a facilidade de descarte dos itens de consumo. Em outras palavras: o ciclo de vida do produto diminui, e simplesmente jogamos fora quando ele apresenta algum defeitinho ou não corresponde a nossa expectativa.  Dentro desse contexto, existem ótimas oportunidades de negócio. Esse é o caso da startup The Squirrelz , que resolveu utilizar as milhões de toneladas de retalhos de tecido que a indústria da moda despeja em aterros: vendê-los mais barato para criativos.

Quando as fábricas recebem um pedido de, por exemplo, tecelagem de algodão vermelho, elas usam toneladas de água e também tinta com escoamento tóxico, o que pode resultar no tom errado de vermelho. Nessas situações, o que eles fazem? Simplesmente botam fora o material em estado perfeito – muitas vezes em aterros feitos para esse fim.

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É aí que a The Squirrelz entra. Eles vão até as fábricas e compram esse “lixo” por um valor irrisório. Então, no seu site, eles vendem os retalhos – que muitas vezes nem são tão retalhos assim, pois quantidades imensas de tecido podem ser descartadas –  para o atacado ou varejo por preços imbatíveis nos Estados Unidos.

Tudo começou com Bunny e Nico, os fundadores, que descobriram pilhas de uniformes médicos prestes a ser descartados por terem vindo na cor errada. Apavorados com o disperdício, eles transformaram as peças em bolsas com a marca Wasavy. Agora, eles estão convidando artesãos do mundo todo a participar do mesmo ciclo de reaproveitamento.

Durante o lançamento da loja online, a marca promoveu mais de 1200 produtos diferentes apresentando a diversidade de materiais que de outra forma iriam parar no lixo. O CEO da empresa, Bunny Yan, afirma: “esse tecido de alta qualidade é perfeito para designers e artesãos criativos que desejam ser ecologicamente conscientes sem gastar demais.

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Via PSFK

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Startup usa a moda para combater o estigma que envolve os transtornos mentais

Dois jovens canadenses estão à frente da criação de uma linha de roupas que trata de um esqueleto no armário da sociedade: a saúde mental. Com estampas específicas sobre o tema, a startup Wear Your Label pretende fomentar a discussão, empoderando os pacientes a fim de acabar de vez com o estigma que ainda acompanha a questão.

No site, a dupla explica sua motivação: “1 em cada 5 pessoas luta contra algum tipo de transtorno psiquiátrico. Entretanto, não vemos ninguém falar sobre isso. Inspirados em nossa própria experiência com doenças mentais, e frustrados com o tabu ao redor do assunto, fundamos a Wear Your Label em busca da mudança. Nossas peças são desenhadas para iniciar conversas a respeito da saúde mental, e pôr um fim ao estigma (com muito estilo).”

A realidade é que muitas pessoas que sofrem de transtornos mentais mantêm a doença em segredo, devido principalmente ao medo do julgamento alheio. De acordo com um estudo canadense realizado em 2007, apenas 25% das pessoas afetadas por distúrbios psiquiátricos acreditam que serão tratadas com carinho e simpatia pelos outros (chocante, né?). As doenças mais comuns costumam levar os indivíduos a baixa auto-estima e comportamento antissocial, e o preconceito acaba por criar um ciclo perigoso, especialmente para os jovens.

As roupas da Wear Your Label incluem camisetas com frases como “Self-care isn’t selfish (Cuidar de si mesmo não é egoísmo) e “Sad but Rad” (Triste, mas legal). Outro item interessante são as leggings com “Your Story Isn’t Over” (Sua história não acabou) escrito na coxa, uma área que, por ser mais escondida, costuma ser alvo de auto-mutilação.

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Mas não são apenas as estampas das roupas que estão comprometidas com a causa. Dez por cento dos lucros da empresa são destinados a iniciativas na área, e eles possuem uma campanha de conscientização e apoio mútuo aos portadores de transtornos. A loja online vende pulseirinhas coloridas, sendo que cada cor simboliza um distúrbio: laranja para déficit de atenção, verde para ansiedade, roxo para transtornos alimentares, etc. O objetivo é unir todos em uma demonstração pública de suporte àqueles que lutam contra esses problemas.

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Mais uma iniciativa com propósito, o que prova que uma empresa não precisa necessariamente ser um “instrumento do capitalismo cuja finalidade exclusiva é o lucro”. Para os idealistas a.k.a Pollyanas, como eu, dá muito orgulho ver que outras pessoas estão construindo seus negócios pensando em ajudar ao próximo 🙂

Via PSFK

 

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