Janela desmontável oferece interação com a rua para quem não tem sacada

“ Imagine a sensação de tranquilidade dentro de um espaço só seu, que recebe toda a luz natural da rua. Imagine sentir-se seco e aconchegado enquanto observa as gotas de chuva caindo sobre sua cabeça. Imagine descansar no parapeito da janela, com um copo de chá enquanto assiste às pessoas passeando na rua. Imagine um pequeno espaço para meditar, onde a vista é única e especialmente feita para esse propósito. Essa é proposta do More Sky

Com os inúmeros edifícios do Brooklin em mente, a arquiteta Aldana Ferrer Garcia criou a série de janelas chamadas “More Sky”  para o seu Mestrado em Design Industrial. Utilizando mecanismos presentes nas janelas atuais, o objetivo da More Sky é promover uma vida mais saudável e feliz em casa, conectando os usuários com a vida lá fora e oferecendo a vista de um pedacinho do céu de um ângulo diferente.

 

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As janelas oferecem uma marquise temporária quando estão abertas, incluindo uma área para sentar que pode ser dobrada quando não está em uso. São três tipos de janelas diferentes na coleção, que vocês podem ver conforme a figura abaixo.

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É interessante notar que, para a maioria dos projetos, é difícil abordar um conceito interessante e ao mesmo tempo ser factível dentro da nossa realidade. O trabalho da Aldana consegue essa proeza, transformando-se em uma experiência e um produto que engloba vários campos diferentes do conhecimento. O background em arquitetura e agora em design industrial permitem que ela trabalhe nessa zona mista, e o resultado só reflete o desejo de criar um nicho especial para pessoas.

A universidade está trabalhando para trazer a More Sky para o mercado, procurando por investidores e parceiros em engenharia, manufatura e distribuição. Saiba mais sobre o projeto aqui.

Via ArchDaily

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Cards For Humanity, um jogo para conhecer melhor as pessoas

Jogos de cartas e tabuleiro sempre são ótimas maneiras de relembrar a infância e se divertir com aquela nostalgia gostosa de quando não tínhamos maiores preocupações além de assistir a TV Colosso. Essa é a ideia do Cards For Humanity (em tradução livre, algo como cartões para a humanidade), um joguinho para pessoas do bem <3

As regras são simples. A cada rodada, um jogador faz a pergunta de uma das cartelas azuis, enquanto os outros escrevem suas respostas nas cartelas amarelas. As questões transitam entre fantasia (O que você pediria para uma estrela cadente?), intimidade (Qual a coisa mais maluca que você já fez por amor?) e até mesmo filosofia (Se a felicidade fosse a moeda nacional, que tipo de trabalho o faria enriquecer?)

A pessoa que faz as perguntas ganha um ponto cada vez que consegue acertar o autor das respostas. O jogador que fizer o maior número de pontos ganha, mas esse não chega a ser o objetivo final do jogo. As questões foram pensadas para construir conexões, aproximar indíviduos e oferecer experiências memoráveis para grupos de amigos. Assim, a verdadeira maneira de vencer é por meio das discussões que surgem das respostas, e do quanto você passa a conhecer melhor os participantes.

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Cards for Humanity é superfácil de jogar e pode ser utilizado em várias ocasiões, como uma festinha, uma brincadeira de família ou até em um intervalo de aula. As empresas também podem usar como uma dinâmica de grupo ou até mesmo em reuniões.

O jogo foi lançado em um projeto do Kickstarter, com um set de cartas como prêmio para cada contribuição de 25 dólares. Essa ideia tem tudo a ver com lojas que vendem objetos criativos, como Imaginarium, né?

Via PSFK

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Máquina de Coca é passagem secreta para o pub The Flask

Difícil imaginar que há algo de errado no The Press, uma lanchonete de Shanghai: sanduíches e uma decoração bem alegre e colorida. Tudo vai bem, até que você presencia alguém puxando a alavanca de uma máquina vintage de Coca Cola e tadããm! A pessoa desaparece ali dentro. Acontece que, como nos filmes policiais, a máquina de Coca é só uma passagem secreta para o The Flask – um lounge contemporâneo completamente diferente da sanduicheria.

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Uma vez que a porta é aberta, o espaço tradicional para lanches – divertido e iluminado – dá lugar a uma atmosfera mais escura e angulosa. As fotos mostram a combinação de uma estética moderna com detalhes dos botecos ilegais da época da Lei Seca americana, como as garrafas de vidro imensas contendo uísque. O bar tem uma iluminação reduzida e a mobília é bem eclética, escolhida a dedo para relembrar o clima subversivo dos tais “Speakeasy”. O projeto é do Alberto Caiola, que além da criação do conceito e do design de interiores, foi responsável pela estratégia de marca e também pelo site. Que talento!

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O pub escondido não é o único na cidade, mas a vending machine e o contraste entre os dois ambientes proporciona uma experiência muito legal para o cliente. Parece um livro do Conan Doyle, né? Ou então aquelas passagens secretas do joguinho do Detetive – um clássico da infância!

Via WebUrbanist

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Lápis de Cor para Adultos

Psicologia das cores é um tema que a gente estuda em comunicação, design, e me arrisco a dizer até em pedagogia. Utilizamos na hora de compor a estética de um ambiente, o layout de um cartaz, e também os livrinhos que as crianças vão ler e com base nos quais darão os primeiros passos rumo à alfabetização. O fato é que as cores não só refletem, mas também podem influenciar as nossas emoções.

The School of Life, um grupo de design que oferece cursos em áreas relacionadas à cultura e desenvolvimento emocional, colocou essa questão em pauta com o projeto Psychology of Thought. Trata-se de uma caixa com 12 lápis de cor (jardim de infância feelings!), cada um com uma palavra específica relacionada à respectiva emoção invocada.

Junto com os lápis, vem um livrinho com as definições:

  • Amarelo = Esperança (sério? Achei que era verde)
  • Laranja = Vigor
  • Vermelho Claro = Aventura
  • Vermelho Escuro = Poder
  • Violeta = Ambiguidade
  • Azul Celeste = Claridade
  • Azul = Disciplina
  • Verde Claro = Sanidade
  • Verde Escuro = Realismo
  • Marrom = Suavidade
  • Marrom Escuro = Dignidade
  • Preto = Autoridade

O guia explica a relação entre cada cor e seu conceito com algumas curiosidades específicas. Por exemplo. No Vermelho Escuro/Poder, temos “Quando Napoleão foi coroado Imperador da França em 1804, ele vestia um manto de veludo carmesim. Essa é a cor dos tronos, dos cardeais, da pompa e do poder – muito utilizada em cerimônias e banquetes.

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O tipo de presente que enche os olhos de qualquer designer, né?

Via PSFK

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Homem encontra mulher: a guerra dos sexos em versão minimalista

A designer chinesa Yang Liu – que já havia feito trabalhos explorando a estética minimalista em infográficos de bonequinhos de palito (ou pictogramas, se querem soar acadêmicos)  – lançou o livro Man Meets Woman, ou Homem encontra Mulher, em tradução livre. De forma simples, o livro compara as diferenças entre homens e mulheres explorando os pictogramas e o design gráfico. Digamos que é uma versão ilustrada de Homens são de Marte, e as Mulheres são de Vênus. Bem divertido.

As comparações são extremamente engraçadas porque são verdadeiras, um pouquinho ofensivas também por serem verdadeiras, mas acima de tudo trágicas porque,  como todo esterótipo, são generalistas e sufocantes – e ainda assim fazem parte do imaginário coletivo. Basta ver que, salvo poucas alterações, tudo o que está escrito nesse livrinho poderia constar em uma tirinha de jornal dos anos 70. Tenso.

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O livro só podia ser da Taschen e, embora não esteja disponível no Brasil, custa apenas 11 dólares na Amazon (lembrando que livros não são taxados pela Receita Federal). Dá uma olhadinha lá no site.

Esse post veio do Brain Pickings.

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