300 cenas de dança na história do cinema em menos de cinco minutos

Quer estejamos falando de um protagonista tímido saindo da casca, um super vilão celebrando um plano maligno para dominar o mundo, ou um limpador de chaminés símbolo da classe trabalhadora, uma sequência de dança é uma ótima forma para demonstrar a evolução dos personagens ou do roteiro em um filme. O ensaista literário Antonio Marina da Silva reuniu 300 momentos de pulos, giros e passinhos de personagens do cinema em um vídeo de quatro minutos e meio que é puro entretenimento.

Não dá nem para tenta nomear todas as sequências de dança icônicas nesse supercut, mas elas abrangem um período que vai de Charlie Chaplin até os Guardiões da Galáxia. Sobra espaço até para algumas surpresas, como o Coringa de Jack Nicholson, e cenas mais conhecidas  – alô filmes dos anos 80 com protagonistas dançantes. Só o volume de filmes que o colunista foi capaz de compilar nesse vídeo curtinho já é uma overdose de nostalgia.

São tantos filmes que é difícil acompanhar o ritmo do vídeo!

 

Portanto, eu recomendo sentar e aproveitar a diversão que só um século de criatividade nas pistas e fora delas podem te proporcionar. Quem sabe você não se anima a sair do sofá?

Para quem se interessou, o Antonio Maria da Silva tem mais trabalhos disponíveis no seu canal do YouTube.

Via The Creators Project

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Supercats: 100 anos de gatos no cinema

Supercats é um supercut que mostra as inúmeras aparições de gatos no cinema – ou seja, a prova definitiva que a Academia está perdendo tempo, e já deveria ter criado um Oscar para Melhor Performance Felina em Papel Coadjuvante. Afinal, quem quer saber de humanos chatos fazendo caras e bocas em cena, quando se pode ter um gato com toda a sua finesse e experiência em atuações excêntricas?

Apresentando mais de um século de gatos na telona, o vídeo coloca as habilidades artísticas e teatrais desses peludos em plena exibição. Seja representando o melhor amigo da personagem principal (1961: Bonequinha de Luxo, 1974: Harry e Tonto), o parceiro de crime dos vilões (1967: Com 007 só se vive duas vezes; 1997: Austin Powers) , aliens (1978: The Cat from Outer Space) e até mesmo zumbis (1989: Cemitério Maldito), o fato é que os gatinhos do cinema sabem como despertar nossas emoções com seu jeito elegante e blasé de ser.

Por isso, nada mais justo do que uma categoria do Vimeo: Cats Pick, para eleger esse supercut divertidíssimo. Confiram aí embaixo algumas das cenas mais adoráveis – e também apavorantes – das performances felinas nos últimos 100 anos.

Se antes eu achava que os gatos iam dominar a Internet, agora já acho que ela será pouco – o desejo deles é dominar o tapete vermelho!

Via MentalFloss

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Supercut: Áudio e Close-ups na trilogia De Volta para o Futuro

Impossível terminar essa semana sem falar sobre o assunto que dominou todas as timelines e notícias na quarta-feira: De Volta para o Futuro. Se, por algum acaso, algum de vocês estava em outra dimensão, eu explico: dia 21/10/2015 é o dia para o qual o Marty McFly viaja no filme. E é claro que várias marcas se engajaram na data, e as estrelas do filme chegaram até a fazer uma visitinha hilária no programa do Jimmy Kimmel.

Só que eu gosto de detalhes. E, dentro disso, encontrei esse supercut cujo foco são os sons e tomadas de close-up na trilogia De Volta para o Futuro. Se na maioria dos filmes eles já são bem importantes, é bem seguro afirmar que nessa franquia os detalhes dão um show à parte – os anacronismos, Easter eggs, referências históricas e mais outras brincadeirinhas. Tudo isso ainda é pouco para falar do enorme trabalho/desafio que o design de produção desses filmes enfrentarou em prol da tarefa de apresentar um passado, presente e futuro que fizessem sentido dentro da cultura da época, ao mesmo tempo em que exploravam cenários totalmente inesperados.

 

É bem verdade que não temos carros voadores ou hoverboards (na realidade, estamos quase lá nesse ítem, certo?) mas podemos contar com essa trilogia fantástica que, ao longo de 30 anos, continua divertindo muita gente. Com tudo isso, dá para esperar um pouquinho até alcançarmos o “futuro” que os caras imaginaram, né?

Via One Perfect Shot

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Supercut: Tarantino e os pés no chão

Trabalhar na indústria do entretenimento, ou até mesmo com a forma mais pura – a arte – sempre permite que se coloque um pouco da nossa individualidade naquilo que vai para fora. No cinema, não é diferente: vários diretores têm predileções por certos ângulos de câmera, por determinado tipo de atores, fotografia, etc. E alguns por partes do corpo, como é o caso do Tarantino.

O fato é que o cara tem uma paixão por pés – femininos, mais especificamente. Quem não sabia, pode procurar à vontade pelo Google e vai encontrar material o suficiente para confirmar o que eu aqui escrevo.  Mais importante do que isso, entretanto, é a evidência que o cineasta deixa em suas obras, nas quais a câmera parece ser atraída para solas e arcos dos pés das personagens.

Esse é o tema do supercut feito pelo editor e diretor Pablo Maestres, que conseguiu reunir todos os momentos de podolatria (esse é o nome científico) que aparecem nos filmes do Tarantino. Eu, particularmente, adoro ângulos de câmera que focam no chão/pés, mas assistir a esse vídeo inteiro me deu a impressão de estar vendo Muppets – quando os adultos entravam em cena e só apareciam até o joelho, lembram?

 

Via Fastco

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