Projeto testa carros sem motorista em Londres

O projeto britânico GATEway é uma iniciativa liderada pelo Laboratório de Pesquisas do Transporte, cujo alvo é implementar veículos automatizados (ou seja, carros que não precisam de motoristas!) no ambiente urbano. O projeto vai testar e validar uma série de oportunidades de uso para esse tipo de veículo, incluindo carrinhos sem motorista e entregas automatizadas nas grandes cidades. Os resultados devem auxiliar a indústria e também a classe política a entender as implicações desse tipo de transporte, ao mesmo tempo em que valida um piloto no Reino Unido, movimentando o investimento em uma área que está chamando a atenção das empresas de tecnologia como um todo.

O piloto começa nesse verão em Londres, e o instituto está buscando voluntários para participar da ação – e, de quebra, dar uma passeada em um carro sem motorista. Além disso, também existe a possiblidade de participar de um workshop ou de uma entrevista para o projeto.

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O objetivo dos workshops, que acontecerão na cidade de Greenwich durante os meses de Junho até Agosto, é oferecer ao público a oportunidade de debater o futuro do transporte – ou ainda, como os veículos sem motorista impactarão a realidade das nossas cidades. As sessões terão duração de duas horas e meia, e estão previstas muitas atividades criativas durante o período de discussão. As entrevistas pretendem analisar a atitude/ideias de dois grupos em especial: os que costumam dirigir, e os que não dirigem – a fim de coletar insights para o projeto.

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Tablets com Android são utilizados para reeducação dos presos nas penitenciárias americanas

Cadeias e penitenciárias geralmente demoram a apresentar novas tecnologias (ok, no Brasil nem chegam a apresentar), mas nos Estados Unidos milhares de presidiários estão fazendo cursos e aprendendo em tablets projetados exclusivamente para essa função, por meio de um acordo com a empresa JPay. Acreditem ou não, a especialidade da empresa é tecnologia para penitenciárias.

“Temos reclusos que estão conquistando créditos na faculdade pela primeira vez na vida”, é o que diz o CEO Ryan Shapiro. A JPay tem oferecido tablets e media players desde 2008 que permitem aos presos fazer coisas como comprar games, música, e também escrever emails para familiares fora da prisão. Além disso, no ano passado, a empresa lançou uma plataforma de aprendizado chamada Lantern.

 

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O Lantern permite que os reclusos leiam o material e completem quizzes, artigos e outras tarefas nos tablets. Além disso, eles podem fazer o download dos cursos e mandar mensagem para os instrutores utilizando os computadores da penitenciária. Cerca de 7.000 estudantes em Ohio, Washington e Georgia estão cursando o equivalente ao ensino médio ou tendo cursos oferecidos por universidades locais por meio da tecnologia. O material é oferecido gratuitamente e os tablets são vendidos a preço de custo, com uma estrutura de plástico transparente para facilitar a inspeção. além de rodarem uma versão customizada do Android. Outro ponto importante é que eles não possuem o acesso padrão à Internet e só podem instalar conteúdo aprovado pela JPay e pela penitenciária, o que garante a segurança.

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Além de ajudar os presidiários a estudarem de uma forma diferente dos programas tradicionais de sala de aula – que ocorrem apenas durante algumas horas do dia – os policiais afirmam que os tablets mantêm os presos ocupados e com bom comportamento. Nos últimos meses, a JPay fez uma parceria que permite acesso livre aos vídeos educais da Khan Academy, sem nem precisar de conexão com a Internet.

Que super exemplo de um sistema comprometido em reintegrar as pessoas à sociedade, né? Gostei muito da ideia, e acredito que é uma boa forma de usar a tecnologia para fazer o bem 🙂

Via FastCompany

 

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Plant Friends, os bonequinhos de madeira que cuidam das plantas

Plant Friends – algo como “amigos das plantas” – é um sistema de monitoramento criado pelo designer Dickson Chow, capaz de avaliar em tempo real dados como temperatura, umidade do solo e da planta, alertando ao usuário quando o jardim precisa ser regado.

E como funciona isso? Basicamente, o monitoramento atua por meio de dois sistemas: nós sensores que funcionam via wireless/bateria e uma estação base. Os sensores têm o formato de fofíssimos brinquedinhos de bambu – um coelhinho, um robô e um dinossauro. Pausa para óóóinn! (bem que eles dariam ótimos enfeites para o trabalho, né?)

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Cada um dos bambuzinhos armazena um cicuito interno, com sensores e uma luz de LED que funciona como indicador de níveis baixos de água, bateria, etc. Os toys são responsáveis por monitorar uma plantinha e enviar todas as informações  diretamente para a estação. Por sua vez, a base recebe e processa tudo. O legal é que o sistema também inclui um aplicativo Android que permite ao usuário acompanhar as leituras em tempo real, assim como visualizar registros anteriores.

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Utilidade pública para quem gostou e ficou com vontade de ter a sua própria versão do Plant Friends: o designer disponibiliza um tutorial para construir o sistema – inclusive o código fonte. Eu não tenho essas habilidades a la Inspetor Bugiganga, mas quem curtiu pode conferir no site.

Via PSFK

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