Casal passa 24 anos construindo Cidade Flutuante no Canadá

Vinte e cinco anos atrás, os artistas Catherine King e Wayne Adams chegaram à conclusão de que nunca teriam dinheiro o suficiente para comprar um imóvel. Mas, ao invés de ficarem parados em meio ao lamento, eles tomaram uma decisão radical – e bem diferente: construir uma verdadeira cidade flutuante. Ancorada ao largo da costa da Ilha de Vancouver, que fica a 45 minutos de barco da cidade mais próxima, a pequena ilha do casal é chamada de “Freedom Cove” – em tradução livre: Enseada da Liberdade (coisa mais fofa né?).

A ilha móvel é feita de doze seções que incorporam quatro estufas, os quartos, uma cozinha, oficina, galeria de arte, um farol e até uma pista de dança. Nada mal para quem não tinha dinheiro para comprar a casa própria, né?

Adams estima que a estrutura pese em torno de meia tonelada, e afirma que tudo foi construído com um serrote de carpinteiro e um martelo, sem qualquer ajuda de ferramentas elétricas. No vídeo Great Big Story , dá para ter uma ideia do que está por dentro dessa residência totalmente fora do comum. Comentário para descontrair: sabendo que os dois são artistas e que a construção foi toda manual, não pude deixar de pensar que esse é o sonho de todos os estudantes de humanas!

 

Algumas imagens para vocês conferirem a paisagem dessa “ilha particular”

 

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O casal de artistas em seu pequeno retiro

 

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Via Colossal

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Conheça como um homem com cegueira de cores usa a tecnologia para ouví-las

Produzido como parte da  The Connected Series, um projeto de vídeos da Samsung para explorar a maneira como a tecnologia pode impactar a vida das pessoas, Hearing Colors é um curta metragem que explora a vida de Neil Harbisson. Neil é um cara que nasceu com a acromatopsia, mais conhecida como cegueira de cores. A doença deixa aproximadamente 1 pessoa em cada 30 mil completamente incapaz de distinguir qualquer cor, devido a um defeito nos cones, as células responsáveis pelo reconhecimento do espectro visual.  Por meio de uma espécie de antena implantada na parte de trás da cabeça, Harbisson ganhou a capacidade de identificar as cores por meio de sons distintos.

Neil aderiu completamente à tecnologia e até se denomina abertamente um ciborgue: “Eu não sinto como se estivesse usando ou vestindo a tecnologia. Sinto como se eu fosse a própria tecnologia: não há diferente entre o software e o meu cérebro.” Detalhe: a Wikipédia me contou que o Governo Britânico (para fins de emissão de passaporte) oficialmente reconheceu o cara como um ciborgue de verdade.

O vídeo de cinco minutos, gravado em preto e branco e escolhido como Staff Pick do Vimeo permite que a audiência vivencie um pouquinho da experiência de Harbisson, ao demonstrar como ele percebe as pessoas, as cidades e a vida de forma geral. O documentário foi criado pelo cineasta Greg Brunkalla. Para quem curtiu, recomendo a página dele no Vimeo e também o Tumblr com todo o projeto da Samsung.

 

Via Colossal

 

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